O estado da segurança electrónica em Portugal, nos dias que correm é dominado por duas grandes empresas multinacionais.
Estas empresas apostam numa campanha de vendas fortemente agressiva, definindo como necessidade em termos de segurança, o que faz ruído, o que é fortemente publicitado, o que entra pela porta dentro sem pedir licença, como recomendação da máquina devoradora da publicidade enganosa e que nos leva a crer que é mesmo daquilo que precisamos.
Tudo isto está muito bem desenhado e organizado, para deslumbrar as pessoas, mas a questão principal a colocar é:
– É esta a segurança que necessita?